O Bloco de Esquerda faz falta na vereação em Torres Novas. Não só pelo que já fez, mas pelo programa que tem, e pela candidata em questão: Helena Pinto.
Existe também o interesse público claro está, este é demasiado importante para que este processo de revisão passe ao lado da opinião publica. Que estratégia para o concelho, que tipo de economia, que infraestruturas precisamos, como lidamos com as alterações climáticas, mais construção ou menos construção? Muita coisa há para dizer nestes aspetos.
Assuntos levados ao PAOD (Período Antes da Ordem do Dia) pela vereadora Helena Pinto: Apreciação da informação dos serviços sobre as denúncias de corrupção; Resposta do Ministro do Ambiente às perguntas do BE sobre a titularidade da nascente do Almonda e as condições em que a Renova utiliza a água do rio; queda da tabela de basquetebol; estado do "jardim" das laranjeiras no largo do Virgínia; números COVID e resposta a uma munícipe.
Dina Sá criticou as alterações à estrutura orgânica da Câmara e defendeu a integração das trabalhadoras da limpeza: «Os edifícios da CM são limpos por estas trabalhadoras, que recebem baixos salários, que recebem com atraso e cujos descontos não são entregues na segurança social. Tiveram que fazer greve para se fazer ouvir. Não se entende que estas trabalhadoras não tenham lugar no Mapa de Pessoal, é incompreensível que o PS se recuse a integrá-las.»
Intervenção de António Gomes no PAOD refere os episódios que marcam o debate local - vacina indevida, painel de azulejos com o nome do Presidente, registo de dominios Web de outros - mas centra-se nas denúncias de corrupção e conclui: "À Câmara cabe realizar um inquérito, independente e célere, sem prejuízo das averiguações que com toda a certeza serão realizadas pela Inspeção Geral de Finanças."
«Retiramos todos os dias nutrientes dos solos sob a forma de matéria orgânica, cujos resíduos vão parar ao lixo indiferenciado dos contentores verdes e acabam nos aterros sanitários em vez de serem devolvidos à terra.» - intervenção de Rui Alves Vieira na Assembleia Municipal apresentando a Recomendação do BE
No orçamento municipal de 2019 ficou contemplado a aquisição e reabilitação de 2 imóveis no centro histórico da cidade por proposta do Bloco. Essas 2 casas vão agora ser arrendadas. O Bloco fez propostas e bateu-se por normas mais justas para o arrendamento. O PS não quis. Conheça em pormenor porque votámos contra e como tudo podia ser diferente