Opinião

António Gomes

As chaminés não caíram, as chaminés foram derrubadas.

É este caminho, uma “cultura de destruição” que se tem sobreposto aos interesses públicos e coletivos, este desprezo pelo legado dos que viveram antes de nós, este apego à ignorância, tudo isto define um futuro bacoco e medíocre para esta terra.

Rui Alves Vieira

Startups, clínicas e estratégias

O vento agora sopra do norte, ali dos lados de Braga e, temos que a alterar a estratégia para nos adaptarmos ao clima. Por isso, à data de hoje, o edifício da ex CGD deixará de albergar sartups torrejanas e irá agora albergar a MKA Lda. que, na melhor das hipóteses, será uma clínica médica privada.

Graça Martins

Grande Revolta da Educação

(...)somos sobreviventes num País continuamente delapidado por políticas de baixa fasquia cultural, impulsionadora de desigualdades sociais e rica em desvarios financeiros onde se safa quem está ao lado do poder, tornando frágil a integridade, quando o verdadeiro poder é ser-se integro e inteiro(...)

António Gomes

Mais de 2 milhões a voar

O PEDU foi apresentado como a grande oportunidade para a revitalização do Centro Histórico, 7,3 milhões de fundos europeus garantidos, julgava-se que o mais difícil estava ultrapassado, o dinheiro. Mas no caso de Torres Novas o mais difícil não é o dinheiro é a incompetência, a ausência de planeamento e o foguetório adiantado.

Diogo Gomes

A estabilidade de uma corda bamba

Sobre a "estabilidade" da maioria absoluta e do seu governo.

O que leva a câmara a ceder gratuitamente um edificio em Janeiro de 2023, a empresa que demitiu por incumprimento de contrato em Setembro de 2022? Leia a história e as PERGUNTAS que aguardam resposta!

Nota de Imprensa BE/TN: Rejeitamos em absoluto que a Câmara Municipal utilize o dinheiro público para adquirir um imóvel e de seguida o entregue a privados, sem qualquer encargo, para realizarem o seu negócio, seja ele qual for.

Nota de Imprensa BE/TN: Dizem-nos agora que não há alternativa. No entender do BE existem alternativas e existem naquele local em concreto, para melhorar a mobilidade urbana. Basta ir à rua e verificar que, ao contrário da maioria de outras vias na cidade, ali até existem passeios largos para as pessoas circularem.

As piscinas ao ar livre irão fechar ainda mais o Rio ao usufruto das pessoas; são piscinas que irão ocupar mais 650 m2 a um sistema que já está muito fragilizado, porque o complexo designado por Jardim das Rosas é cada vez menos jardim. E, depois, temos a cereja no tôpo do bolo, que é a construção dessas piscinas em leito de cheia, como é bem visível na foto.

 

 

Será que nunca vão prestar contas?

 

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