O Bloco de Esquerda faz falta na vereação em Torres Novas. Não só pelo que já fez, mas pelo programa que tem, e pela candidata em questão: Helena Pinto.
Existe também o interesse público claro está, este é demasiado importante para que este processo de revisão passe ao lado da opinião publica. Que estratégia para o concelho, que tipo de economia, que infraestruturas precisamos, como lidamos com as alterações climáticas, mais construção ou menos construção? Muita coisa há para dizer nestes aspetos.
O Bloco de Esquerda apresentou, à semelhança dos anos anteriores um conjunto de propostas para o Orçamento Municipal ao abrigo do Estatuto do Direito de Oposição. Por ser o último Orçamento deste Mandato o BE considera que o Orçamento deve incluir um conjunto de medidas que, pela sua especificidade, urgência e baixo custo, devem ser prioritárias na sua execução. Propomos ainda um conjunto de propostas estruturais cuja dimensão e/ou impacto financeiro assume maior relevo, mas que deveriam ser concretizadas ou ter início antes do fim do atual Mandato e ciclo autárquico.
Dirigimos então, através do Grupo Parlamentar, mais um conjunto de Perguntas ao Governo. Para nosso espanto o Ministério do Ambiente informa que em relação a poluição atmosférica tudo está bem e, mais uma vez, reenvia para a Câmara Municipal. Na mesma altura em que questionámos o Governo, questionámos a Câmara Municipal, mas até hoje ainda não recebemos resposta.
Consegue, este executivo, explicar aos torrejanos e torrejanas, a verba da qual não abdica por não querer aplicar a taxa mínima do IMI de 0,30%? Consegue, também, explicar quanta população espera perder mantendo esta política de não querer reter ou atrair população?