O Bloco de Esquerda faz falta na vereação em Torres Novas. Não só pelo que já fez, mas pelo programa que tem, e pela candidata em questão: Helena Pinto.
Existe também o interesse público claro está, este é demasiado importante para que este processo de revisão passe ao lado da opinião publica. Que estratégia para o concelho, que tipo de economia, que infraestruturas precisamos, como lidamos com as alterações climáticas, mais construção ou menos construção? Muita coisa há para dizer nestes aspetos.
Esclarecimento sobre o direito a usar da palavra pelos munícipes nas reuniões públicas de Câmara; munícipe com deficiência necessita que alcatroamento chegue à sua porta na Charruada; Helena Pinto congratula-se com as informações da CCDR-LVT sobre o aeródromo de Pias Longas mas diz que é preciso mais, é preciso reverter o atentado ambiental.
A Lei diz expressamente que a “transferência está sujeita a parecer prévio da câmara municipal” e “quando desfavorável o parecer é vinculativo”, ou seja só há processo de transferência se a câmara concordar. Não será por acaso que esta norma existe.
As prioridades do PS continuam as mesmas. Fazer obra para ficar bem na fotografia, menosprezar a obra existente, renegar a manutenção das infraestruturas degradadas e repetir o ciclo.
Após muito debate foi aprovada por unanimidade na reunião de Câmara de 1 de Outubro uma proposta a apresentar na Águas do Ribatejo no sentido de se atingir a meta de 20% de perdas de água nos próximos 5 anos.