O Bloco de Esquerda faz falta na vereação em Torres Novas. Não só pelo que já fez, mas pelo programa que tem, e pela candidata em questão: Helena Pinto.
Existe também o interesse público claro está, este é demasiado importante para que este processo de revisão passe ao lado da opinião publica. Que estratégia para o concelho, que tipo de economia, que infraestruturas precisamos, como lidamos com as alterações climáticas, mais construção ou menos construção? Muita coisa há para dizer nestes aspetos.
No PAOD, Helena Pinto respondeu aos e às munícipes presentes, nomeadamente aos/às moradores/as no Carreiro da Areia, lamentou que a Moção do BE sobre Programa Redução Tarifária não tenha sido agendada, propôs que nas instalações agora deixadas vagas pelo Urbanismo se disponibilize 2 salas para os vereadores da oposição; pronunciou-se ainda sobre Resitejo, Canil / Gatil, Protecção Civil e indagou sobre corte de arvores no caminho municipal Árgea / Casal Sentista
Face a uma receita não prevista de mais de meio milhão de euros, o PS opta por um projecto não prioritário e recusa a proposta do BE de investir na rede viária, um investimento que serviria todo o concelho e não apenas a cidade.
O Bloco de Esquerda apresenta o balanço da sua intervenção na autarquia de Torres Novas no primeiro ano do actual mandato. O resumo que se segue refere-se ao período de Outubro/2017 a Dezembro/2018 e baseia-se nas actas dos órgãos autárquicos.
Quantidades enormes de lixo, sobretudo com origem no McDonal's, invadem esta zona da cidade e assim se mantêm. Ausência de civismo e de intervenção directa da autarquia. BE quer mudar esta situação e começou por dar o exemplo.