O Bloco de Esquerda faz falta na vereação em Torres Novas. Não só pelo que já fez, mas pelo programa que tem, e pela candidata em questão: Helena Pinto.
Existe também o interesse público claro está, este é demasiado importante para que este processo de revisão passe ao lado da opinião publica. Que estratégia para o concelho, que tipo de economia, que infraestruturas precisamos, como lidamos com as alterações climáticas, mais construção ou menos construção? Muita coisa há para dizer nestes aspetos.
"Este ponto da agenda é feito à medida da isenção do pagamento d de Taxas Municipais de Urbanismo - TMU para a operação urbanística da Fábrica da Renova. Ou seja, pede-se a esta Assembleia para aprovar casuisticamente o “Relevante interesse público Social ou Económico à operação Urbanística da Fábrica de Papel do Almonda SA., com o objetivo único de isentar essa entidade do pagamento da Taxa Municipal de Urbanismo (TMU)" - intervenção de Rui Alves Vieira
Recomendação a apresentar à Câmara pela Assembleia Municipal:
"É com estes pressupostos que a Assembleia Municipal de Torres Novas, reunida em 13 de Junho de 2022 recomenda à Câmara Municipal que considere a gratuitidade dos TUT a partir do orçamento municipal de 2023."
Hugo Paz, autarca do BE, apresentou Moção para que a Junta de Freguesia tome medidas junta da Câmara Municipal para que se realize uma intervenção na rua da Liberdade de modo a que seja possível a mobilidade pedonal e que o tráfego automóvel seja feito em segurança. Foi aprovada por unanimidade.
As questões levantadas por Rui Alves Vieira ou ficaram sem resposta ou a resposta foi muito insuficiente. O Bloco não desiste de obter esclarecimentos e voltará a estes temas em breve.
Assuntos apresentados no PAOD: Muro na margem do Almonda; Fabrióleo; Mercado Municipal; PNSAC (Parque Natural Serra D' Aire e Candeeiros); Ponte do Lamego; Pedido de informação à Câmara sobre Loteamentos aprovados; Nascente do Almonda; Homenagem à Professora Helena Sentieiro.
Intervenção de Roberto Barata na Assembleia Municipal: «Em resumo: no ano de 2021 o Município garantiu o cumprimento das suas competências nas áreas básicas do serviço público e de resto é mais do mesmo – anúncios que já vêm de trás e muito pouca concretização tendo em conta que os projectos já vêm de trás. E quanto ao fundamental, já o havíamos afirmado na discussão do orçamento municipal, continuamos sem visão estratégica, debate público com os munícipes e projectos que mobilizem o interesse colectivo.»