O Bloco de Esquerda faz falta na vereação em Torres Novas. Não só pelo que já fez, mas pelo programa que tem, e pela candidata em questão: Helena Pinto.
Existe também o interesse público claro está, este é demasiado importante para que este processo de revisão passe ao lado da opinião publica. Que estratégia para o concelho, que tipo de economia, que infraestruturas precisamos, como lidamos com as alterações climáticas, mais construção ou menos construção? Muita coisa há para dizer nestes aspetos.
As respostas do Presidente da Câmara não nos satisfazem e a forma como classificou o exercício democrático de escrutínio por parte da oposição não eleva o debate político, bem pelo contrário, evidencia sim uma fuga às explicações. O Bloco de Esquerda respondeu ao Presidente numa intervenção na Assembleia Municipal proferida por Rui Alves Vieira, que transcrevemos na íntegra.
Notícias sobre investigação aos donos da Fabrióleo; A água da nascente do Almonda é pública; Pedido de informação sobre Loteamentos (novamente); abate de árvores na cidade; Mercado Municipal; Despejos ilegais e entulhos na estrada Lapas/Pedrogão; Acidente do vereador João Trindade com viatura municipal
Considerando que a Câmara Municipal não esperou pelo debate agendado na Assembleia Municipal e aprovou uma solução que não respeita o projeto inicial e nem respeita a memória coletiva, resta-nos, para além da crítica, deixar a recomendação para que a situação não se repita!
Intervenção de Rui Alves Vieira na AM: "Desconhecemos os pormenores do projeto alternativo. A Câmara aprovou por unanimidade a alteração do projeto sem qualquer espírito crítico. Não vimos uma memória descritiva ou um único desenho e, portanto, ninguém sabe bem o que é que foi aprovado, nem os próprios vereadores."